Nossa sócia Ana Cláudia Utumi participou de matéria do portal E-Investidor, do Estadão, sobre a alíquota de 5% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e os impactos nos fundos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).
Em maio, o governo federal publicou pela primeira vez um decreto para cobrar IOF nos planos de previdência privada. A norma determina que, a partir de 2026, uma pessoa física que investir mais de R$ 600 mil, ou seja R$ 50 mil ao mês, em um plano VGBL terá de pagar 5% de IOF sobre os valores investidos excedentes.
Segundo a matéria, os planos VGBL costumavam ser utilizados na alta renda como um instrumento nas estratégias de planejamento patrimonial, especialmente quando o objetivo era aliar eficiência tributária, segurança jurídica e organização sucessória.
Mas com a mudança da alíquota, especialistas avaliam que o contribuinte passe a considerar outras opções, como antecipar a doação de bens em vida, de forma gradual, dentro dos limites anuais de isenção do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD).
Para Ana, “forçar a família a fazer coisa que não quer para economizar imposto pode ser um incômodo muito mais caro do que as alíquotas em si no futuro”.
Para ler a matéria completa, acesse: https://einvestidor.estadao.com.br/investimentos/previdencia-privada-iof-vgbl-impacto-captacao-2025/